Meta lançará óculos inteligentes com preços mais baixos
A Meta está se preparando para lançar óculos inteligentes um pouco mais acessíveis. Os futuros dispositivos, que devem ser chamados de “Celeste”, terão foco em realidade aumentada e uma integração mais fluida com as funcionalidades fornecidas pelo ecossistema de IA da empresa.
De acordo com a Bloomberg, a companhia deve lançar os produtos com um preço em torno de US$ 800. As novas informações são uma surpresa muito bem-vinda para os entusiastas da tecnologia. Isso uma vez que as estimativas iniciais para o valor do produto eram superiores a US$ 1.000.
O jornalista Mark Gurman afirmou que a empresa está diminuindo os valores intencionalmente, o que certamente impactará em sua margem de lucro. Entretanto, resultará em uma vantagem em relação aos preços praticados pelos seus concorrentes.
Óculos inteligente da Meta
É importante destacar que o produto é bem mais caro que os Ray-Ban Wayfarers. Os consumidores podem adquirir o produto nos Estados Unidos por US$ 299, mas a proposta também é um pouco diferente. Segundo os vazamentos, os óculos não são tão compactos e devem ser um pouco mais pesados que os Ray-Bans.
Eles devem pesar pouco mais de 70 g, e ter um display integrado para acesso a informações como horário, clima, visualizar legendas de traduções em tempo real e respostas geradas por inteligência artificial.
A expectativa é de que a Meta apresente a novidade já no mês que vem durante o “Meta Connect 2025”. Alguns vazamentos também indicam que a empresa deve liberar as pré-encomendas pouco depois do anúncio oficial. Porém, a disponibilidade global deve ser bastante limitada. O Brasil, por exemplo, provavelmente ficará de fora da distribuição.
Uma das informações vazadas sobre os produtos é que eles devem acompanhar uma pulseira capaz de detectar gestos. O acessório é fundamental para a experiência de navegação preparada pela big tech. Ele funciona de maneira parecida com o protótipo Orion, exibido no ano passado.
LEIA TAMBÉM:
Tratamento para hipertensão: 90% disseram seguir, mas exame laboratorial confirmou só um terço
