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Meta estuda parceria para usar IA do Google e OpenAI

Atualmente empresa trabalha no modelo Llama 5, mas não descarta parcerias com concorrentes; saiba detalhes
Imagem: Unsplash/Reprodução

A Meta está estudando parcerias para aprimorar as soluções de inteligência artificial (IA) que oferece aos seus clientes. Segundo o The Information, a companhia está considerando usar os serviços de Google e OpenAI, que, neste momento, estão melhor posicionados no segmento.

Os detalhes da parceria da IA da Meta

A divisão responsável pelo desenvolvimento de IA estudou integrar o Gemini ao seu chatbot para oferecer melhores interações com os usuários. Os modelos que alimentam o ChatGPT também foram considerados para impulsionar vários produtos, incluindo aplicativos de rede social da empresa.

Incorporar soluções desenvolvidas por outras empresas será uma ação temporária, uma vez que a empresa ainda trabalha em suas próprias ferramentas avançadas de IA. Ao menos por enquanto, o uso de plataformas terceiras deve ser uma realidade dentro da companhia chefiada por Zuckerberg.

Uma das principais prioridades da big tech é, justamente, desenvolver poderosos modelos de inteligência artificial e para isso, a empresa adquiriu 49% da Scale AI. Pouco depois, a empresa fundou a Meta Superintelligence Labs, que será dedicada à criação de soluções de inteligência artificial.

Para liderar este ambicioso projeto, a empresa colocou os ex-CEOs da Scale AI e GitHub, Alexandr Wang e Nat Friedman, respectivamente. Além disso, vem oferecendo salários e bônus de contratação generosos para atrair especialistas em IA de seus concorrentes para trabalhar em seus próprios produtos.

Atualmente, a Meta está concentrada em entregar o Llama 5 com desempenho equivalente ao de modelos que alimentam o Gemini e ChatGPT. A expectativa é de que, caso tudo ocorra como o planejado, a empresa lance seu modelo de nova geração no primeiro semestre de 2026.

Com polêmica

Em meio a corrida para obter a dianteira no segmento, a empresa ainda está no centro de uma enorme polêmica envolvendo interações inadequadas de seus chatbots com menores de idade. A empresa vem sendo acusada de permitir conversas de teor sexual com adolescentes.

Sob investigação, a companhia alegou que suas políticas proíbem estritamente este tipo de interação. Além disso, a Meta prometeu que vai impedir chatbots de conversar sobre temas sensíveis — transtornos alimentares, automutilação e suicidio — com menores.

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Vinicius Marques

Vinicius Marques

É jornalista, vive em São Paulo e escreve sobre tecnologia e games. É grande fã de cultura pop e profundamente apaixonado por cinema.