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XPPen Pilot Pro chega ao Brasil como console de edição profissional

Pilot Pro promete mudar a rotina, tirar editores do teclado e acelerar edições profissionais. Aproveite o cupom de desconto exclusivo de 35% OFF.

XPPen Pilot Pro chega ao Brasil como console de edição profissional

O XPPen Pilot Pro chegou ao Brasil nesta segunda-feira (18), como o primeiro console de edição profissional da XPPen. O produto foi criado para quem passa muitas horas em softwares como DaVinci Resolve, Adobe Premiere Pro, Final Cut Pro, Lightroom Classic, Photoshop e outros programas de criação, oferecendo botões personalizáveis, três controles rotativos, joystick multidirecional, feedback háptico e conexão por Bluetooth, 2.4GHz ou USB-C.

Na prátiica, um console de edição é um controle físico pensado para acelerar tarefas repetitivas dentro de programas criativos. Em vez de depender apenas do teclado, do mouse e de atalhos espalhados por várias combinações de teclas, o editor passa a ter comandos importantes concentrados em um dispositivo compacto, operado com uma das mãos.

A proposta do XPPen Pilot Pro é tornar o fluxo de trabalho mais físico, intuitivo e confortável. Para editores de vídeo, coloristas, fotógrafos híbridos e criadores de conteúdo que lidam diariamente com timeline, color grading, cortes, Keyframes, ajustes de imagem e grandes volumes de material, essa diferença pode ter impacto direto na produtividade e no cansaço ao longo do dia.

Vale lembrar que a XPPen já é conhecida no segmento de ferramentas digitais para criação, mas o Pilot Pro marca sua entrada na categoria de consoles profissionais de edição. De acordo com Brian Huang, diretor de marketing da XPPen, a demanda do mercado vem crescendo por hardwares capazes de aproximar intenção criativa e execução. Isso significa transformar comandos técnicos em gestos mais naturais, com menos dependência do teclado e mais controle tátil.

O que é o XPPen Pilot Pro?

O XPPen Pilot Pro é um console de edição compacto, desenhado para operação com uma mão. Ele reúne 16 botões personalizáveis, três dials independentes e um joystick multidirecional em um layout tridimensional, pensado para permitir uso sem que o profissional precise tirar os olhos da tela.

Essa ideia de operação “eyes-free” (ou seja, sem olhar para o dispositivo), é uma das grandes promessas do produto. Em uma ilha de edição profissional, cada interrupção visual pesa. Olhar para o teclado, procurar uma tecla, voltar para a timeline, ajustar o corte, mudar para o mouse e repetir esse processo centenas de vezes ao dia cria atrito. O Pilot Pro tenta reduzir isso ao transformar comandos recorrentes em movimentos físicos memorizáveis.

Para quem edita por muitas horas, esse tipo de controle pode funcionar como uma extensão da própria mesa de trabalho. Claro, ele não substitui conhecimento técnico, sensibilidade estética nem domínio do software. Mas pode encurtar o caminho entre a intenção e o resultado, principalmente em rotinas com muitos cortes, correções de cor, navegação por clipes e ajustes finos.

Por que um console de edição faz sentido para profissionais brasileiros?

O mercado audiovisual brasileiro ficou mais exigente. Produtoras, agências, criadores independentes, fotógrafos de casamento, videomakers de eventos, editores de YouTube e profissionais de conteúdo para redes sociais trabalham com prazos curtos, alto volume de arquivos e expectativa crescente de acabamento visual.

Ao mesmo tempo, o custo de montar uma estação profissional continua relevante. Por isso, qualquer acessório precisa justificar o investimento de forma objetiva. No caso do Pilot Pro, a proposta da XPPen não está apenas em “ter mais um equipamento bonito na mesa”, mas em concentrar funções frequentes em um controle que pode reduzir movimentos repetitivos e acelerar etapas críticas da edição.

Para um editor que passa o dia alternando entre teclado, mouse, atalhos, timeline e controles de cor, a promessa de um console dedicado tem apelo prático. A ferramenta busca manter o profissional em estado de fluxo, aquele momento em que a interface deixa de chamar atenção e o foco fica na narrativa, na imagem, no ritmo e na entrega.

Por isso, o Pilot Pro não deve ser visto apenas como um atalho para trabalhar mais rápido. Ele também se apresenta como uma forma de trabalhar com menos ruído operacional.

Design premiado e ergonomia para longas jornadas

Um dos pontos mais fortes do XPPen Pilot Pro é o design. O console foi reconhecido com o prêmio GOOD DESIGN AWARD 2025, por sua proposta estética e funcional. O produto adota um layout empilhado, com distribuição tridimensional dos controles e estrutura pensada para interação natural com a mão esquerda.

A ergonomia é um ponto forte aqui. O dispositivo foi projetado com apoio hipotenar dedicado, na região da mão próxima à base do dedo mínimo. No uso prolongado, esse tipo de suporte pode ajudar a manter o punho mais apoiado e reduzir o esforço de sustentação durante sessões intensas de edição.

Para editores profissionais e coloristas, esse detalhe é mais do que conforto. Isso porque um fluxo de trabalho que exige menos tensão, menos alternância brusca entre dispositivos e menos procura visual por comandos pode fazer diferença no acúmulo de fadiga ao longo da semana.

De acordo com Li Jiang, designer industrial sênior da XPPen, a filosofia de design do Pilot Pro busca preservar o estado de fluxo do editor. A ideia é posicionar os controles de forma instintiva, com acionamento fácil e foco total na obra.

Joystick multidirecional

O joystick multidirecional é um dos recursos que mais diferenciam o XPPen Pilot Pro. Ele oferece navegação em 4 a 8 direções e foi pensado para seleção rápida de clipes, navegação na Timeline e ajustes em rodas de cor.

Para quem trabalha com DaVinci Resolve, esse recurso chama atenção. O Color Grading exige movimentos sutis, comparações visuais constantes e controle fino de tonalidade, contraste, balanço e atmosfera da imagem. Em vez de depender de combinações de teclado ou movimentos repetidos com o mouse, o joystick permite uma interação mais física com a imagem.

A XPPen descreve o recurso como útil para ajustes suaves, sem necessidade de múltiplos modificadores de teclado. Na prática, isso pode tornar tarefas de correção de cor mais naturais, principalmente para coloristas que valorizam controle analógico e continuidade de movimento.

O joystick também pode ser mapeado para outras funções. Gestos para cima e para baixo podem acionar seleção e corte direto. Movimentos horizontais podem ser configurados como atalhos para controlar velocidades variáveis de reprodução. Para editores de eventos, vlogs, vídeos educacionais e conteúdos com muitos cortes, essa combinação pode acelerar etapas repetitivas sem quebrar o ritmo de trabalho.

Ou seja, não é apenas um joystick, é uma forma de levar parte do controle da timeline e das rodas de cor para a mão do editor.

Três dials para corte, precisão e navegação

O Pilot Pro também aposta em três controles rotativos independentes, chamados pela marca de “Tri-Rotary”. Cada dial pode ser personalizado de acordo com o fluxo de trabalho do usuário.

O primeiro destaque é o dial de alta velocidade, útil para percorrer clipes e chegar rapidamente a um ponto aproximado de edição. Esse tipo de controle tem valor evidente em projetos longos, como entrevistas, aulas, podcasts em vídeo, casamentos, eventos corporativos, vlogs e materiais documentais.

Depois de chegar ao trecho desejado, o editor pode fazer o refinamento em velocidades mais lentas, com trimming mais preciso. Esse é o tipo de detalhe que separa uma edição apenas funcional de uma edição com ritmo profissional. Isso porque um corte de alguns frames antes ou depois pode mudar a naturalidade de uma fala, a energia de uma transição ou o impacto de uma cena.

Outro controle permite mover o playhead frame a frame ou girar imagens em qualquer ângulo. Já o dial rotativo também pode ser usado para aproximar ou afastar a visualização da timeline, recurso básico, mas usado constantemente por quem trabalha com múltiplas trilhas, áudio, cortes finos e ajustes de Keyframes.

O ponto mais interessante é que todos esses controles têm feedback háptico configurável. O usuário pode escolher entre vibração intensa, vibração suave ou nenhuma vibração. Isso ajuda a criar uma resposta física para ações digitais, algo valioso quando o profissional quer manter os olhos na tela e confiar no tato para confirmar comandos.

Feedback háptico e operação sem olhar para o controle

O feedback háptico do XPPen Pilot Pro é gerado por um motor linear, segundo a marca. A função entrega respostas sutis e precisas durante o uso dos controles, criando uma sensação física de interação com os comandos.

A operação sem olhar para o dispositivo é um ponto importante porque a edição profissional exige atenção contínua à imagem. O editor avalia expressão facial, continuidade, ritmo, foco, cor, exposição, cortes de áudio e coerência narrativa. Quanto menos ele precisa se desconectar da tela para procurar comandos, maior a chance de manter a fluidez.

É aqui que o Pilot Pro tenta inovar. Ele não é apenas um conjunto de botões programáveis. A proposta combina botões, dials, joystick, vibração e layout ergonômico para criar uma experiência mais tátil e menos fragmentada.

Para criadores de conteúdo de alta performance, isso pode ser decisivo. Quem publica vídeos com frequência precisa aparar pausas, ajustar ritmo, aplicar correções e revisar materiais rapidamente. O dial de alta velocidade e os comandos personalizáveis podem ajudar a transformar ações repetidas em gestos mais rápidos e constantes.

Personalização para diferentes softwares e estilos de trabalho

O Pilot Pro permite configurar centenas de atalhos, até 7 temas personalizáveis e perfis de controle. Segundo a XPPen, os usuários podem fazer upload de perfis pessoais ou baixar presets de especialistas do setor.

Esse recurso é interessante porque cada profissional edita de um jeito. Um colorista pode priorizar controles para rodas de cor e ajustes finos. Um editor de YouTube pode preferir comandos para cortes, zoom na timeline, seleção de clipes e velocidades de reprodução. Um fotógrafo híbrido pode criar um perfil para Lightroom Classic, outro para Photoshop e outro para Premiere Pro.

A personalização também ajuda quem trabalha em diferentes estações. Um profissional pode alternar entre desktop e notebook, entre estúdio e home office, ou entre edição de foto e vídeo. Ter perfis replicáveis reduz o tempo de adaptação e mantém consistência entre programas.

Para fotógrafos que lidam com grandes volumes de imagens, principalmente em casamento, eventos sociais, ensaios e produção comercial, controles físicos para exposição, contraste, temperatura de cor e outros ajustes podem acelerar o tratamento. A lógica é parecida com a de um painel de edição. Ou seja, transformar ajustes repetitivos em gestos contínuos.

No caso de vídeos, a vantagem aparece em tarefas como navegação por clipes, trimming, cortes, zoom na timeline e ajustes de cor. O profissional deixa de depender de uma sequência longa de atalhos e passa a trabalhar com uma superfície física dedicada.

Compatibilidade com os principais softwares profissionais

Segundo a XPPen, o Pilot Pro é compatível com Windows 10 ou posterior e macOS 11.0 ou posterior. Entre os softwares citados estão DaVinci Resolve, Adobe Premiere Pro, Photoshop, Lightroom Classic e Final Cut Pro.

Essa cobertura atende a boa parte do mercado profissional de edição, fotografia e pós-produção. O DaVinci Resolve é muito associado ao Color Grading e à finalização. O Premiere Pro segue amplamente usado por editores, produtoras, agências e criadores. O Final Cut Pro tem presença importante entre usuários de Mac. Photoshop e Lightroom Classic ampliam o alcance para fotógrafos e designers.

A compatibilidade com múltiplos programas é essencial para o público brasileiro atual, porque muitos profissionais não trabalham mais em uma única área. O fotógrafo também grava reels. O editor de vídeo também trata thumbnails. O criador de conteúdo também faz ajustes de cor. O videomaker também prepara cortes verticais, vinhetas e materiais para diferentes plataformas.

Dessa forma, um console físico precisa ser versátil. O Pilot Pro tenta atender essa demanda ao permitir perfis e atalhos adaptáveis para fluxos diferentes.

Conectividade tripla e bateria para trabalho em estúdio ou em trânsito

Outro ponto importante para o mercado brasileiro é a conectividade. O XPPen Pilot Pro oferece três métodos de conexão: Bluetooth, 2.4GHz e USB-C. Essa variedade dá flexibilidade para quem alterna entre setups diferentes ou precisa reduzir cabos sobre a mesa.

No estúdio, a conexão USB-C pode ser interessante para quem prefere estabilidade e uso contínuo. Em home offices mais compactos, o Bluetooth ajuda a manter a mesa limpa. Já a conexão 2.4GHz oferece uma alternativa sem fio voltada à baixa latência e estabilidade.

A bateria interna recarregável promete mais de 15 dias de uso considerando quatro horas diárias de operação. Para profissionais que editam em trânsito, cobrem eventos ou trabalham em locações, esse dado reduz a ansiedade de carga. Não significa que todos terão exatamente a mesma autonomia, já que isso pode variar conforme uso, conexão e configurações, mas é uma estimativa forte para um periférico de trabalho.

Porém, essa combinação de conexão tripla e bateria longa coloca o Pilot Pro em uma posição interessante para quem usa notebook e desktop, ou para quem leva parte do setup entre casa, estúdio, produtora e gravações externas.

Para quem o XPPen Pilot Pro faz mais sentido?

O XPPen Pilot Pro é mais indicado para profissionais que já têm uma rotina consistente de edição, pós-produção ou criação visual. Ele tende a fazer mais sentido para quem sente gargalos reais no fluxo de trabalho, usa atalhos com frequência e busca reduzir movimentos repetitivos.

Editores de vídeo profissionais e coloristas estão entre os públicos mais óbvios. Para esse grupo, o joystick, os dials e o feedback háptico podem ajudar em cortes, navegação por frames, zoom na Timeline, seleção de clipes e ajustes de cor.

Fotógrafos híbridos também podem se beneficiar, principalmente aqueles que trabalham com grandes volumes de imagens e alternam entre Lightroom Classic, Photoshop e vídeo. A possibilidade de criar perfis para diferentes softwares pode tornar a experiência mais consistente.

Criadores de conteúdo, YouTubers e editores de vídeos curtos podem encontrar valor no controle físico para acelerar jump cuts, trimming e navegação. Em um mercado movido por frequência de publicação, qualquer ganho de fluidez pode impactar a entrega final.

Vale a pena comprar o XPPen Pilot Pro?

O XPPen Pilot Pro vale a atenção de editores, coloristas, fotógrafos híbridos e criadores que querem transformar parte do fluxo de trabalho em uma experiência mais tátil, rápida e confortável. Ele não é um acessório casual, mas um investimento voltado a quem usa softwares criativos com frequência e pode converter produtividade em melhor entrega, mais conforto ou mais capacidade de produção.

A compra faz mais sentido para quem já sente limitações no teclado e mouse, trabalha com prazos apertados, edita por muitas horas e valoriza a precisão. Para quem usa DaVinci Resolve, Premiere Pro, Final Cut Pro, Lightroom Classic ou Photoshop de forma profissional, o console pode se tornar uma ponte entre técnica e fluidez criativa.

Onde comprar o XPPen Pilot Pro?

O XPPen Pilot Pro chega ao mercado brasileiro com o preço sugerido de R$ 1.299. Porém, entre os dias 18 de maio de 18 de junho de 2026, é possível adquirir o console com 35% de desconto (saindo por apenas R$ 849) ao usar o código exclusivo GIZBR no site da XPPen.

Para saber mais informações ou comprar o XPPen Pilot Pro, acesse a página oficial do produto!

Além disso, para revendedores interessados em distribuir ou revender o XPPen Pilot Pro no Brasil, é possível entrar em contato com a Solid Power, distribuidora oficial da marca, pelo e-mail wangrui@xp-pen.com.

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